Algumas fotos do processo…
Partindo do principio que essa experiência de registro de corte avaliativo do processo de evolução do desempenho escolar é algo que contribui para a memória das superações das dificuldades e das estratégias encontradas no coletivo para este fim, iniciamos no GENTE e aprofundamos no PEJA essa investigação de criação de ferramenta para permitir um olhar dialógico com toda comunidade escolar!
Pois bem, perceba que há diferenças nos aspectos considerados lá PEJA em relação ao que estamos desenvolvendo aqui. Porém, as similaridades são mais fecundas em ambas exatamente por essa natureza da diferença!
Enquanto eles faziam uma criação em papel pensando a partir da tentativa de compreender a relação entre NOTAS E CONCEITOS, considerando o desempenho nas disciplinas e relações com a DIREÇÂO,FUNciONários, professores, colegas, suas atitudes e seu projeto de vida veio uma ideia…
Se você quiser ter uma amostragem mais próxima de 100% dos educandos, devemos envolver todo G1 e G2 nas autoavalições!
Eu dou conto do máximo de educandos do G1 através dos LABS e sugerindo o nome do Renan como uma possível sedução, mais dialógico, novo, cabeça fresca, não incrusdescênte e mais livre para ousar desafiar a prepotência pedestal no censo comum negativista de boa parte dos Gs.
Ele, na minha opiniáo pode agregar um modelo que sugiro agora apresentar. Claro que precisa de refinamento que espero tê-lo com seu olhar visceral sobre esse papel rascunhado!
Bjs
Segue:
Esse foi o “modelito” que surgiu na sala do PEJA, ontem, e acredito que se a gente melhorar e adaptar, na frente estarão os graficos e no verso a construção textual considerando aqueles aspectos já elencados anteriormente. Aqui podemos separar um gráfico para desempenho em Mentoria e LABs e outro para relações sociais e atitudes. Que tal ?
Veja duas tentativas….
Agora, com o modelo semi-pronto:
Portanto, o que percebo é que essa mostragem pode ser construida em uma só folha padrão para colorir as barras dos gráficos até o alcance das “notas” supostamente sugeridas por eles e comparativamente indicar num outro gráfico os aspectos socioemotivos atitudinais no mesmo campo de visão!
Atrás, no verso, eles construirão textos descritivos considerando os aspectos que indicamos como fundamentais na análise de sua autoavaliação!
E no rodapé estaria um indicativo de desempenho global do próprio contemplando o percentual do nível de suas aprendizagens perceptiva e sensorialmente mensurada, fruto de autoimagem nesse momento!
Sendo apenas uma folha, frente e verso, ganhamos economia, e praticidade na análise dos dados!
Fotografamos e registramos esses dados e nas avaliações de pré-COC agregando aqueles que mais se nivelam para melhor e para pior. Os extremos podem ser incentivados com projetos mais arrojados e avançados em várias competências de autonomia, e mais inábeis nessa momento estarão sugerindo novas tentativas de abordagens personalizadas tendo o próprio nas mãos seu interesse nesse desenvolvimento, sob nossa orientação!
Agora, os extremamente ausentes nesse processo, por falta, ou omissão pretendida sem nenhum registro construido serão presumidamente nossos casos de conceito I. E nada será mais evidente do que qualifica-lo como incapaz, nesse momento, de buscar seu processo evolutivo de aprendizagem. Portanto, os INFREQUENTES e os EM PROCESSO de desenvolvimento evolutivo se apresentam sempre nessa hora, antecipadamente!E é melhor para fecharmos o COC, já com estratégias definidas para a escola!













